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CRIMES CONTRA A HUMANIDADE ESTÃO SENDO PRATICADOS PELOS LEILÕES DE ESCRAVOS NA LÍBIA - NOTÍCIA URGENTE




Brasil - Online Revista - 25 de Novembro de 2017 09:29 - Fonte: Grupo Whatsapp
Sugestão de Reportagem do leitor Alvaro martins 



Após recebermos a mensagem abaixo com fotos que realmente nos chocaram pelo WhatsApp, em um de nossos grupos que reúnem mais de 2.000 leitores em todos os estados brasileiros, nossa redação foi investigar a fundo, e o que descobrimos vai cocar o mundo, poem acreditar. CNN divulgou hoje pela madrugada, imagens de um leilão onde se vendem migrantes africanos na Líbia. A França pediu sessão urgente no Conselho de Segurança da ONU e Guterres tinha já admitido que ficou "horrorizado" com as imagens que vamos publicar aqui com exclusividade também.

Macron fala em crimes contra a humanidade nos leilões de escravos na Líbia


A França pediu, nesta quarta-feira, uma sessão urgente do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre o tráfico humano na Líbia, levantando a possibilidade de serem aplicadas sanções contra aquele país depois de uma investigação da CNN onde se filma um leilão de migrantes africanos que infelizmente, foram presos ou chegaram ao país com falsas promessas de trabalho por partes dos traficantes de pessoas que operam livremente nesta região a ms de dois séculos, segundo informações. Na terça-feira o Conselho de Segurança da ONU aprovou de forma unânime uma resolução apresentada pela Itália – que chegou a acordo com a Líbia para limitar o número de refugiados a chegar às suas fronteiras – que urge por ações mais duras contra o tráfico humano e o esclavagismo moderno em todo o mundo.

O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Yves Le Drian, explicou nesta quinta-feira aos deputados gauleses que pretende muito mais que isto e propôs uma sessão urgente do conselho sobre o caso específico da Líbia. “As autoridades líbias, que foram alertadas várias vezes, incluindo por mim próprio porque estive lá em Setembro, decidiram abrir uma investigação sobre estes factos”, disse, citado pela Reuters. Veja na íntegra a mensagem que recebemos via WhatsApp em um de nossos grupos: 



Nós queremos andar depressa e se o sistema judicial líbio não consegue dar continuidade a este procedimento então nós deveríamos abrir sanções internacionais”, continuou Le Drian, em relação a questão do tráfico humano e do comércio de escravos na Líbia que imediatamente nesta sexta, entrou para a ordem do dia internacional depois da publicação de uma investigação da CNN, onde se divulgam imagens de um aparente leilão onde se vendem homens a compradores libaneses para depois servirem de mão-de-obra escrava na agricultura, o que de forma alguma pode ser tolerável em pleno Século XXI.




O Presidente francês Emmanuel Macron foi mais longe nas acusações e numa conferência de imprensa conjunta com o presidente da União Africana, Alpha Conde, afirmou que estão a ser cometidos crimes contra a humanidade: “O que foi revelado é, de facto, tráfico de seres humanos; é um crime contra a humanidade”, referiu, citado pela Reuters. Na segunda-feira o secretário-geral da ONU, António Guterres, tinha já reagido à investigação do canal norte-americano, admitindo que ficou “horrorizado”, revelando que pediu já uma investigação sobre o assunto levantado.

A escravatura não tem lugar no nosso mundo e estas ações estão entre os mais graves abusos dos direitos humanos e podem constituir crimes contra a humanidade”, disse, acrescentando que pediu “aos membros mais relevantes das Nações Unidas” a condução de uma investigação.

Leilão de escravos na Líbia causa indignação em toda a África

Jovens africanos na rota migratória para a Europa, vendidos em leilões como escravos, surrados, pendurados em janelas pelos pés, sequestrados em troca de resgate e vendidos a libaneses como se fossem animais. Isso há anos acontece na Líbia. Organizações sociais e as próprias vítimas já denunciaram várias vezes, com pouca repercussão. Entretanto, um vídeo contando como funciona esse mercado de seres humanos, divulgado há uma semana pela rede CNN, gerou uma onda de indignação na África e neste momento, chega a várias partes do globo terrestre.

Os presidentes da África ocidental, a região de origem da maior parte dos migrantes, reagiram com firmeza. O primeiro foi Mahamadou Issoufou (Níger), que solicitou uma investigação ao Tribunal Penal Internacional e convocou seu embaixador na Líbia para consultas. Idêntica decisão tomou Roch Kaboré (Burkina Faso), junto com um apelo às autoridades líbias para que atuem. O Governo senegalês exigiu uma investigação pelo que o presidente malinês, Ibrahim Boubacar Keita, denominou de “barbárie que interpela a consciência de toda a humanidade”. Todos solicitaram à União Europeia, à União Africana e às Nações Unidas que intervenham de uma vez por todas para resolver em definitivo tais práticas contra a humanidade.






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