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FACHIN DECLARA GUERRA A CORRUPÇÃO NO BRASIL E 74 INQUÉRITOS SÃO ABERTOS NESTE DIA QUE AMANHECE EM CINZAS PARLAMENTARES




Fachin vai levantar sigilo de 74 inquéritos autorizados relativos a delações da Odebrecht

O relator da operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, autorizou a abertura de 76 inquéritos contra parlamentares, ministros de Estado e outras autoridades a partir das delações feitas por executivos da Odebrecht, segundo informação de seu gabinete nesta terça-feira.
Veja abaixo a lista  na íntegra dos parlamentares que serão investigados, segundo informações da assessoria do tribunal divulgadas nesta terça-feira.
SENADORES
Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado
Antônio Anastasia (PSDB-MG), senador
Romero Jucá Filho (PMDB-RR), senador
Aécio Neves da Cunha (PSDB-MG), senador
Renan Calheiros (PMDB-AL), senador
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), senador
Paulo Rocha (PT-PA), senador
Humberto Costa (PT-PE), senador
Edison Lobão (PMDB-PA), senador
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), senador
Jorge Viana (PT-AC), senador
Lídice da Mata (PSB-BA), senadora
Ciro Nogueira (PP-PI), senador
Dalírio José Beber (PSDB-SC), senador
Ivo Cassol (PP-RO), senador
Lindbergh Farias (PT-RJ), senador
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), senadora
Kátia Abreu (PMDB-TO), senadora
Fernando Collor de Mello (PTC-AL), senador
José Serra (PSDB-SP), senador
Eduardo Braga (PMDB-AM), senador
Omar Aziz (PSD-AM), senador
Valdir Raupp (PMDB-RO), senador
Ricardo Ferraço (PSDB-ES), senador


SENADORES
Rodrigo Maia (DEM-RM), presidente da Câmara
Marco Maia (PT-RS), deputado federal
Carlos Zarattini (PT-SP), deputado federal
João Carlos Bacelar (PR-BA), deputado federal
Milton Monti (PR-SP), deputado federal
José Carlos Aleluia (DEM-BA), deputado federal
Daniel Almeida (PCdoB-BA), deputado federal
Mário Negromonte Jr. (PP-BA), deputado federal
Nelson Pellegrino (PT-BA), deputado federal
Jutahy Júnior (PSDB-BA), deputado federal
Maria do Rosário (PT-RS), deputada federal
Ônix Lorenzoni (DEM-RS), deputado federal
Vicente Paulo da Silva (PT-SP), deputado federal
Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), deputado federal
Yeda Crusius (PSDB-RS), deputada federal
Paulo Henrique Lustosa (PP-CE), deputado federal
José Reinaldo (PSB-MA), deputado federal
João Paulo Papa (PSDB-SP), deputado federal
Vander Loubet (PT-MS), deputado federal
Rodrigo Garcia (DEM-SP), deputado federal
Cacá Leão (PP-BA), deputado federal
Celso Russomano (PRB-SP), deputado federal
Dimas Fabiano Toledo (PP-MG), deputado federal
Pedro Paulo (PMDB-RJ), deputado federal
Lúcio Vieira Lima (PDMB-BA), deputado federal
Daniel Vilela (PMDB-GO), deputado federal
Alfredo Nascimento (PR-AM), deputado federal
Zeca Dirceu (PT-SP), deputado federal
Betinho Gomes (PSDB-PE), deputado federal
Zeca do PT (PT-MS), deputado federal
Vicente Cândido (PT-SP), deputado federal
Júlio Lopes (PP-RJ), deputado federal
Fábio Faria (PSD-RN), deputado federal
Heráclito Fortes (PSB-PI), deputado federal
Beto Mansur (PRB-SP), deputado federal
Antônio Brito (PSD-BA), deputado federal
Décio Lima (PT-SC), deputado federal
Arlindo Chinaglia (PT-SP), deputado federal
Ana Paula Lima (PT-SC), deputada estadual
Vital do Rêgo Filho, ministro do Tribunal de Contas da União 


MINISTROS
Eliseu Padilha (PMDB-RS), ministro da Casa Civil;
Gilberto Kassab (PSD), ministro da Ciência e Tecnologia
Wellington Moreira Franco (PMDB), ministro da Secretaria-Geral da Presidência
Bruno de Araújo (PSDB-PE), ministro das Cidades
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), ministro das Relações Exteriores 
Marcos Antônio Pereira (PRB), ministro da Indústria, Comércio Exterior e ServiçosBlairo Borges Maggi (PP), ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Helder Barbalho (PMDB), ministro da Integração Nacional


GOVERNADORES:

Renan Filho (PMDB), governador de Alagoas 
Robinson Faria (PSD), governador do Rio Grande do Norte
Tião Viana (PT), governador do Acre


EX-ALGUMA COISA
Rosalba Ciarlini (PP), prefeita de Mossoró (RN) e ex-governadora do Estado
Valdemar da Costa Neto (PR)
Luís Alberto Maguito Vilela, ex-senador da República e prefeito de Aparecida de Goiânia entre os anos de 2012 e 2014
Edvaldo Pereira de Brito, candidato ao cargo de senador pela Bahia nas eleições 2010
Oswaldo Borges da Costa, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais
Cândido Vaccarezza, ex-deputado federal pelo PT
Guido Mantega, ex-ministro
César Maia (DEM), vereador, ex-prefeito do Rio de Janeiro e ex-deputado federal
Paulo Bernardo da Silva, ex-ministro
Eduardo Paes (PMDB), ex-prefeito do Rio de Janeiro

CONDENADO E PRESIDIÁRIO

José Dirceu
Napoleão Bernardes, prefeito de Blumenau (SC)
João Carlos Gonçalves Ribeiro, ex-secretário de Planejamento do governo de Rondônia
Ulisses César Martins de Sousa, advogado e ex-procurador-geral do Estado do Maranhão
Rodrigo de Holanda Menezes Jucá, candidato a vice-governador de Roraima, filho de Romero Jucá
Paulo Vasconcelos, marqueteiro de Aécio Neves
Eron Bezerra, marido da senadora Vanessa Grazziotin
Moisés Pinto Gomes, marido da senadora Kátia Abreu
Humberto Kasper
Marco Arildo Prates da Cunha
Vado da Famárcia, ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho
José Feliciano

Dois dos inquéritos foram autorizados com manutenção do sigilo, os demais 74 terão seus sigilos levantados.
Mais cedo, o site do jornal o Estado de S. Paulo publicou reportagem trazendo a lista dos políticos que serão investigados nos inquéritos, incluindo nove ministros do governo Temer: Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência da República), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), Helder Barbalho (Integração Nacional), Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Blairo Maggi (Agricultura), Bruno Araújo (Cidades), Roberto Freire (Cultura) e Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços).
O ministro Padilha não quis comentar e afirmou que só se pronunciará nos autos.
Foram autorizados inquéritos ainda, segundo o Estadão, para investigar os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) e dezenas de parlamentares, segundo o Estadão.
Também serão investigados no Supremo um ministro do Tribunal de Contas da União, três governadores e 24 outros políticos e autoridades que, apesar de não terem foro no tribunal, estão relacionados aos fatos narrados pelos colaboradores.
O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, procurou minimizar o impacto de novas denúncias no andamento dos trabalhos no Congresso Nacional, diante da prioridade do governo de aprovar reformas importantes, especialmente a da Previdência.
"Não tem nenhuma novidade, o Congresso Nacional vai continuar funcionando. Não posso falar outra coisa. Não podemos esperar outra coisa. As instituições prevalecem", disse o ministro, pouco depois da notícia sobre a abertura dos inquéritos.
O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), um dos parlamentares que serão investigados, considerou importante o fim do sigilo sobre o conteúdo das delações e alegou que "assim será possível desmascarar as mentiras e demonstrar a absoluta correção de sua conduta".
Em nota, a liderança do PSDB na Câmara dos Deputados afirmou que o fim do sigilo permitirá o exercício do direito de defesa e pediu que o país não fique paralisado pelas denúncias.
"A bancada do PSDB na Câmara reafirma sua confiança na Justiça e nas instituições. É fundamental, todavia, que o trabalho das instituições não paralise o país. Há uma agenda de reformas pendente no Congresso e elas são cruciais para a reativação da economia e a geração de emprego.”
O presidente do PMDB, senador Romero Jucá (RR), um dos alvos de pedido de inquérito, afirmou que sempre esteve à disposição da Justiça para prestar informações.
"Nas minhas campanhas eleitorais sempre atuei dentro da legislação e tive todas as minhas contas aprovadas", disse Jucá.
O ministro do TCU Vital do Rêgo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que ele e sua defesa não tiveram acesso ao conteúdo do pedido de inquérito mencionado pela imprensa e disse que confia que será comprovada a falta de relação entre ele e os fatos investigados.
O ex-presidente do Senado e líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (AL), afirmou que a abertura de inquéritos permitirá saber do "teor das supostas acusações para, enfim, exercer meu direito de defesa sem que seja apenas baseado em vazamentos seletivos de delações".
"Um homem público sabe que pode ser investigado. Mas isso não pode significar uma condenação prévia ou um atestado de que alguma irregularidade foi cometida. Acredito que esses inquéritos serão arquivados por falta de provas", disse Renan.
Os inquéritos foram pedidos em 14 de março pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Foram encaminhados a Fachin 83 pedidos de abertura de inquérito que tratam de casos envolvendo pessoas com prerrogativa de foro junto ao STF, também foram solicitados 211 declínios de competência para outras instâncias da Justiça em casos que não envolvem pessoas com prerrogativa de foro.



Redação: Diego Lincoln
Revisão e Adequação Jurídica: César Chagas
Revisão Técnica: Gabriel Santos
Fonte Primária de Pesquisa: Online Revista - Dep. de Política via WhatsApp




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5 comentários:

  1. E tem relatos de que ontem quando saiu a lista alguns correram para ver se constavam seus nomes e em seguida foram embora . Inclusive o presidente da Câmara. Que sufoco hein?! Rs Agora em entrevistas eles dizem que esperam que as investigações não parem o País. Sério? Esses corruptos afundaram nosso País e tem a cara de pau de virem com essa lenga-lenga? Mas agora dá-se início ao país da morosidade. Vide caso "massacre do carandiru " que teve decisão de novo julgamento após 25 anos.

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    1. Que nada... Eles somente queriam ver se tinham passado no vestibular.

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  2. Há quem diga que a justiça tarda mas não falha. Mas essa decisão é apenas um passo de uma longa jornada que corre o risco de ficar de molho por muito tempo. Resta esperar pra ver e torcer que ninguem fique impune.

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  3. Com certeza há muito e muito mais políticos corruptos fora desta lista, QSL?

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  4. Declsraram que não são culpados e que todo dinheiro recebido foram na forma da lei.
    Todos agora são inocentes. Eu espero que a justiça seja realmente justa com o cidadadão brasileiro de bem e que esses senhores paguem por seus crimes cometidos, é o mínimo que se pode esperar deste país.

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