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CIDADE NA ITÁLIA OFERECE CASAS DE GRAÇA PARA QUEM SE MUDAR PARA LÁ




É possível mudar-se para a Itália e ainda ter a possibilidade de viver numa cidade que está atraindo investidores no segmento turístico; saiba como.

#Morarnoexterior vem sendo uma alternativa avaliada por muitas pessoas com interesses em comum, seja por estudo, trabalho ou mesmo na busca por uma melhor qualidade de vida. Entretanto, o fato de mudar de país não é tão simples, mas pode ter suas compensações, se houver pesquisa e planejamento.

O custo médio de vida em países como na #Europa, por exemplo, é um dos fatores que deve ser levado em conta antes de se providenciar qualquer documentação. Planejar custos de moradia, alimentação e transporte são essenciais antes mesmo da escolha definitiva do destino. Com esse cenário, grandes centros urbanos em países europeus são os primeiros a serem pensados quando cogita-se uma análise mais detalhada com relação aos dados referentes ao estilo de vida, mas há boas oportunidades no interior, em cidades menores como vem acontecendo na Itália e Portugal.

Viver na Itália com moradia de graça

A prefeitura de uma pequena cidade italiana, fundada ainda no século XIV, está com um projeto de povoamento na região da Sicília. O objetivo, segundo as autoridades locais, é movimentar a economia com a atração de novos moradores. A prefeitura italiana concede moradia de graça para os interessados em se mudar para a cidade de Gangi.

População e negócios na cidade de Gangi

Com uma população de aproximadamente 7 mil habitantes, cerca de 200 casas estavam disponíveis em 2015, ano do início da divulgação do projeto. Interessados estrangeiros por casas de férias e empresários do segmento turístico começaram dar entrada nos processos de transferência de posse dos imóveis, fomentando da economia local.

Requisitos

Aos interessados que possuam uma empresa ativa, com a qual se pretenda realizar alguma atividade econômica na cidade;

Pessoas que não possuam empresa também podem realizar cadastro e tentar residência na cidade, contanto que possua condições financeiras de arcar com a restauração do imóvel pretendido, já que a maioria das edificações são antigas;

Conforme comunicado publicado pela prefeitura local, os interessados são responsáveis por cobrir despesas de transferências de posse e comprometer-se com a efetiva restauração em, no máximo, um ano após a mudança, finalizando todo o investimento em no máximo três anos.



Redação: Diego Lincoln
Revisão e Adequação Jurídica: César Chagas
Revisão Técnica: Gabriel Santos
Fonte Primária de Pesquisa: Online Revista - Dep. Internacional de Pesquisa




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